GOVERNANÇA

Veja as mudanças propostas no sistema decisório da CASSI:

VOTO DE QUALIDADE PARA O CORPO SOCIAL

Quando houver empate no Conselho Deliberativo, sobre temas relacionados ao planejamento estratégico, a alterações no Regulamento do Plano de Associados, à destituição de membros eleitos da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo, à alteração estatutária e no modelo de custeio do Plano de Associados, os assuntos deverão ser reapresentados em até 60 dias. Permanecendo o impasse, as propostas serão analisadas pelo Corpo Social, em consulta a ser realizada em até 45 dias.

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DELIBERATIVO

Alternância, entre eleitos e indicados, a cada dois anos na presidência e na vice-presidência do Conselho Deliberativo a partir de 2020. Atualmente, somente eleitos ocupam o cargo de presidente do CD.

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO FISCAL

Manutenção da alternância, entre eleitos e indicados, a cada dois anos, porém mantendo entre 2020 e 2022 o cargo com eleito, período em que a presidência do Conselho Deliberativo estará com indicado. Dessa forma, quando o CF tiver um eleito no cargo de presidente, o CD terá um indicado e vice-versa.

PRERROGATIVA DE DECISÃO DO PRESIDENTE

Em caso de empate nas deliberações da Diretoria Executiva a proposta em discussão ficará suspensa, devendo o presidente e os diretores, num prazo de até 15 (quinze) dias, buscarem a solução para o impasse. Caso não haja deliberação nesse prazo, o presidente terá a prerrogativa de decidir sobre a proposta, devendo registrar na ata da reunião as respectivas razões da decisão. Essa nova regra se aplica somente aos assuntos de competência da própria Diretoria Executiva (gestão e operação), de modo que não irá repercutir na tomada de decisão sobre assuntos estratégicos e institucionais da CASSI que são de competência originária do próprio Conselho Deliberativo (sem voto de qualidade).

REVISÃO DOS PROCESSOS DECISÓRIOS

Além disso, as alçadas/competências das diretorias serão aperfeiçoadas e serão criados comitês com competências e alçadas sobre assuntos de gestão da operação, com a participação de representantes das diretorias, dentro da lógica da transversalidade de processos do novo modelo assistencial e da nova arquitetura organizacional, os quais deverão reduzir de forma significativa as situações passíveis de impasse no âmbito da Diretoria Executiva.