Acolhimento que faz a diferença

Por Carlos Nóbrega

A minha história com a CASSI começou em 1981, quando entrei no Banco do Brasil.

Nos anos seguintes, não dei trabalho para a Caixa de Assistência (risos). Usava pouco, era uma consulta aqui, outra “acolá”. O primeiro fato de que me recordo foi uma torção no tornozelo, quando eu defendia a bandeira da AABB Salvador no futebol de salão e participava das competições.

Alguns anos se passaram e me casei com a Mônica. A vida seguiu normalmente.

No final de 1987 descobrimos que estávamos grávidos. Me sentia seguro, pois eu sabia que tínhamos a CASSI para nos socorrer sempre.

Jéssica nasceu em agosto do ano seguinte. Atualmente ela é beneficiária do CASSI Família. Dois meses depois do nascimento de nossa primogênita, descobrimos que estávamos grávidos novamente.

Desta vez, Mônica passou por um forte sangramento. O nosso bebê não resistiu. Os médicos recomendaram uma curetagem de emergência e realizamos.

Para tentar diminuir a nossa tristeza, resolvemos passar as férias em Salvador, junto da família da minha esposa. Já instalados na cidade, comentei com Mônica o quanto ela estava inchada. Mas seguimos com o passeio.

Em uma visita a um grande amigo de agência (Camaçari- BA), Mônica teve outro sangramento. Corremos para um hospital. Lá a ginecologista nos avisou que minha companheira ainda estava grávida, mesmo após a curetagem.

A surpresa foi grande. Decidimos retornar ao Rio de Janeiro. Encontramos um profissional excelente. Esse admirável médico, na época do quadro da CASSI, cuidou da família como um todo, com seu otimismo e competência inabaláveis.

Nosso menino nasceu no dia 20 de julho de 1989. O nome não poderia ser outro: nosso Vítor, de vitória, de vitorioso, de quem queria viver e sem sequelas.

Só que a vida nos prepara algumas surpresas...

Em 2009, nosso filho foi diagnosticado com linfoma de calcâneo (câncer no sangue). Diante da raridade e gravidade na forma da doença, a CASSI teve novamente o papel decisivo para o apoio à família. Inicialmente através do Hospital São Vicente de Paulo (Tijuca-RJ) e na oncologista condutora do caso. Outra profissional excepcional, que não mediu esforços, divulgando o caso em congressos, e dando aquele algo mais (a preocupação e a vontade), em curar o nosso menino.

A CASSI é mestra em ter anjos em seus quadros e, vez em quando, na necessidade, eles se manifestam.

O tratamento foi um sucesso, meu filho acaba de fazer 31 anos. Há quatro anos, nos deu um dos maiores presentes da nossa vida: um neto de nome Davi. Ele também é participante da CASSI.

Mas Deus nos testa...

Há cinco anos, minha esposa teve câncer de mama. Ela fez o esvaziamento total da mama direita, retirou todos os linfonodos. O acompanhamento com os profissionais foi excelente, não posso deixar de agradecer toda essa assistência que precisamos.

Só que não para por aí! Em agosto de 2019, Mônica teve outro câncer, agora no pulmão, foi preciso a retirada da metade do órgão. O tratamento foi um sucesso, tudo coordenado pela CASSI.

Estamos aqui, na luta! Para finalizar eu só tenho uma coisa para dizer: não sei o que seria de nós sem o amparo da CASSI. Muito obrigado!



A CASSI que salva vidas!

Por Antônio Cleyton Ferreira Sousa

Eu sou o Antônio Cleyton Ferreira Sousa, funcionário da ativa do Banco do Brasil.

Minha história com a CASSI começou no ano de 2011. Na época, fui diagnosticado com insuficiência renal crônica. Todos os meus exames e as várias consultas realizadas foram custeadas pela Caixa de Assistência.

A luta durou alguns anos. Em janeiro de 2015, tive que me afastar da ativa e iniciei um tratamento em uma clínica especializada. Não era fácil, fui submetido a hemodiálises três vezes na semana. Foram muitas dificuldades, mas sempre pude contar com a CASSI.

Nesse período, já estava à espera de um transplante. Nesta fase também fui acompanhado pelo Hospital Universitário Walter Cantídio em Fortaleza (CE), porém todos os exames pré-operatórios, como os de sangue e de imagens foram realizados pela CASSI.

Posso dizer que em 2015, a CASSI salvou minha vida, pois acelerou todo o processo para que em julho do mesmo ano eu estivesse apto para entrar na fila de transplantes.

Depois de um longo percurso, fui submetido ao transplante de rins. Digo para todos que o dia 22 de outubro de 2015 é a data do meu segundo aniversário, quando renasci.

Tudo ocorreu de maneira tranquila e próspera. Nove meses depois do procedimento retornei à ativa no Banco do Brasil.

Estou bem e digo a todos que grande parte dessa batalha vencida eu devo à CASSI, por toda a assistência prestada e por me ajudar a viver plenamente mais uma vez.

A CASSI salvou a minha vida!



A CASSI que possibilita qualidade de vida

Por Roberto Garglione

Com a ajuda da Caixa de Assistência, eu posso dizer que estou praticamente recuperado de dois cânceres. Me chamo Roberto Gargaglione, tenho 80 anos e sei o quanto a CASSI contribui para a minha qualidade de vida.

Em uma consulta de rotina em 2017, a dermatologista descobriu uma mancha diferente no meu corpo e me encaminhou para um oncologista clínico. O especialista disse que não era preocupante. Mas ao examinar o couro cabeludo, viu algo estranho. Ele estava certo, era um melanoma. Ele me explicou que era um tipo de câncer agressivo que acomete a pele.

Na época optamos pela retirada do tumor. As consultas se repetiam a cada três meses para avaliação. Em novembro do ano passado, ao realizar um exame que “escaneia” todo o corpo, me deram uma notícia que eu não esperava: o procedimento apontou metástase (quando o tumor se dissemina além do local onde começou para outras partes do corpo).

Foi aí que meu médico indicou a imunoterapia. No meu caso são 12 aplicações, com intervalo de 21 dias entre uma dose e outra. Em março desde 2020, para a minha alegria, apresentei regressão das células cancerígenas. Fiquei muito feliz, pois a CASSI estava ali, me ajudando, dando o apoio que eu necessitava, de forma célere. Essas injeções têm um custo elevadíssimo e eu tenho um tratamento de qualidade graças à Instituição.

A minha história com a CASSI não para por aí. Há um ano, apresentei também alteração nos níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). O médico aconselhou a retirada de um pequeno pedaço da próstata para fazer a biopsia.

Novamente, fiquei sem chão. Com a ajuda dos meus familiares e o apoio da CASSI, segui o tratamento aqui mesmo no Rio de Janeiro, com equipamentos de ponta.

Realizei cinco sessões de radioterapia e hoje apresento níveis excelentes de PSA. Digo sempre para todos que quando mais precisei pude contar com a CASSI. Ela sempre cuidou da minha saúde e de minha esposa, além dos meus familiares que têm o CASSI Família.



Hoje estou bem. Sigo com as minhas atividades rotineiras e sou eternamente grato à CASSI por me proporcionar qualidade de vida.




Cuidando de quem é importante para mim

Por Dalmir Schiavini

Eu me chamo Dalmir Schiavini, nasci em Madureira, subúrbio da cidade do Rio de Janeiro. Hoje tenho 63 anos, fui casado durante 14 com Tatiana, com quem tive duas filhas, Juliana, de 32 anos e Luciana, de 31. Atualmente, sou casado com Eni, de 52 anos, e moramos em Santa Cruz da Serra, bairro da cidade de Duque de Caxias, local onde fica a agência do Banco do Brasil onde trabalho.

Iniciei no BB em 1974, na agência Centro Rio de Janeiro. No dia 20 de dezembro de 1975, sofri um grave acidente de carro. Perdi o controle do veículo que dirigia e colidi com um poste da Avenida Presidente Vargas, que fica no centro da cidade.

Fui internado no Hospital Municipal Souza Aguiar e fiquei em coma profundo durante cinco dias, até despertar, milagrosamente, no dia 25 de dezembro.

Permaneci hospitalizado por mais 15 dias, passei por algumas cirurgias, até ser possível a minha transferência para uma clínica credenciada à CASSI no bairro de Botafogo.

Com pouco tempo de Banco passei a usar e dar muito valor à CASSI, pois desde então tenho assistência total quando necessito.

À época, após o acidente, contei com atendimento em clínica especializada, passei por algumas cirurgias com renomados especialistas, e não fiquei com sequelas.

A CASSI esteve presente também nos momentos felizes, como nos nascimentos das minhas filhas, que foram realizados em excelentes hospitais. Elas ainda tiveram atendimentos pediátricos e acompanhamento com ótimos médicos.

Porém, passamos por um momento difícil quando foi detectado em minha ex-esposa, Tatiana, um câncer ósseo (não maligno), que necessitou de diversos exames específicos de alto custo até obtermos o resultado definitivo e a consequente cirurgia que solucionou o problema.

Em setembro de 2000, devido a mudanças no setor em que trabalhava, decidi optar pela demissão voluntária. Passado oito anos, aos 51 de idade, participei de novo concurso.

No dia 14 de março de 2008 tomei posse na agência São Cristóvão, também no Rio de Janeiro. E, quando surgiu a oportunidade de trabalhar próximo a minha residência, pedi a transferência e desde janeiro de 2015 estou na agência Santa Cruz da Serra.


Hoje, quando eu e Eni necessitamos de atendimento, podemos contar com a CASSI. Inclusive realizamos recentemente cirurgias de catarata em clínica especializada e credenciada na cidade de Petrópolis.

Por tudo isso, destaco a importância da CASSI nas nossas vidas. Ter saúde de qualidade faz a diferença para nós.




Histórias que se cruzam

Adeildo Neves conta com a parceria da Caixa de Assistência desde muito cedo

A CASSI sempre esteve presente nos momentos mais incríveis da minha vida, a começar pela posse no Banco do Brasil em 1982, em Angelim (PE). Imagine um garotinho humilde, de 13 anos de idade, do interior de Pernambuco, sendo convidado a fazer os exames admissionais para ingressar no BB como menor auxiliar de Serviços Gerais. São emoções inesquecíveis. A partir daí, a CASSI passou a cuidar da minha saúde. Depois, tratando da saúde da família. Eu e minha esposa à época, Joana Alice, que também é funcionária do Banco.


Em visita à CliniCASSI, em agosto passado,
para o Exame Periódico de Saúde.


Emoção ainda maior senti quando nasceu meu primeiro filho: ainda hoje me lembro de ouvir o seu choro. Sem dúvida nenhuma, o dia mais incrível da minha vida. E a CASSI junto comigo, sempre na parceria, compartilhando essas alegrias. E assim foi com o segundo filho, com o terceiro. A família crescendo e bem cuidada por anos e anos pela Caixa de Assistência.

Mas não foi só nos momentos de alegria que ela esteve presente. Há também passagens difíceis em que pude contar com a CASSI ao meu lado. Em 2007, fui diagnosticado com um problema cardíaco chamado prolapso da válvula mitral, popularmente conhecido como "sopro no coração". Um distúrbio da válvula, que se não tratado rapidamente, pode causar danos irreversíveis ao coração com consequências ainda mais graves.


Adeildo com os dois filhos mais novos:
Enzo (9) e Assíria (21).


A partir do diagnóstico, passei a fazer acompanhamento com cardiologista por quatro anos. Nesse período consegui administrar o problema, mas no final de 2011 já não dava mais para adiar a cirurgia. Aí bateu um frio na barriga e no coração, mas mais uma vez tive todo apoio da Caixa de Assistência.

Realizei a cirurgia de troca de válvula mitral em Brasília, em hospital credenciado à CASSI. A operação foi um sucesso e passei pelo processo de recuperação pós-cirúrgico de aproximadamente 30 dias.

Atualmente, aos 50 anos, morando em Brasília, a CASSI cuida do meu Exame Periódico de Saúde (EPS). Além disso, sou atendido por cardiologista e faço acompanhamento com psicólogo e nutricionista. Pratico atividade física frequentemente, adotei uma alimentação saudável e tenho excelente qualidade de vida. O coração bate firme e forte esperando contar por muitos outros anos com essa parceria importante com a CASSI.


Texto enviado por Adeildo F Neves – Brasília DF




O mundo ilustrado de Lucas

Estratégia Saúde da Família, da CliniCASSI Belém, participa no processo de evolução do jovem autista

Meu nome é Eliane, tenho 55 anos, sou arquiteta em Belém (PA). Fui funcionária do Banco do Brasil durante 29 anos e, em 2015, me aposentei, após 22 anos trabalhando no setor de engenharia do BB. Casada com o analista de sistemas Raimundo Cesar Quaresma, somos pais de Amanda e Lucas.

Neste espaço, vou me dedicar a falar um pouco sobre Lucas, um lindo rapaz que recebeu diagnóstico de autismo severo ainda pequeno. A partir do diagnóstico, eu e meu marido fizemos uma verdadeira peregrinação em pediatras, neurologistas, fonoaudiólogos, psicólogos. Travamos uma luta na qual o apoio da CASSI foi fundamental.


Equipe da CliniCASSI Belém e Lucas com seu
último lançamento da série "Medo de quê?"


Quando Lucas fez dois anos, soube que não haveria perspectiva de que meu filho viesse a desenvolver a fala de forma contextualizada, de estudar em escola regular, de demonstrar afeto. Sei bem como é difícil encarar uma notícia dessas, mas também não dava para permanecer arrasada, pois a vida seguia e não podíamos descuidar do desenvolvimento da nossa filha Amanda, um ano e meio mais velha.

Diferentemente de Lucas, Amanda apresentou desenvolvimento normal, o que me levava a comparar seu comportamento com o dele. Ao contrário da irmã, ele, desde bebê, não notava a existência da Amanda, não tinha prontidão, nenhum contato visual e não atendia ao próprio nome. O autismo do Lucas foi caracterizado como incapacitante, pois não havia nenhuma perspectiva para o seu desenvolvimento.

Com ajuda da CASSI, Lucas começou a frequentar psicóloga em Belém. Mantivemos dois tratamentos, ao longo de seis anos, por entender que de alguma forma eles se completavam. O de São Paulo, com auxílio da CASSI, e paralelamente, o tratamento do Rio, com o programa de estimulação, com ajuda do plano de saúde do meu esposo.

A estimulação precoce e intensa, aliás, foi a chave para o seu desenvolvimento. O tempo foi passando e ele seguiu aprendendo a ler com técnica diferente daquela ensinada na escola. Além disso, fazia equoterapia, ludoterapia, música, natação, psicoterapia e conseguiu estudar na escola regular.

O uso do computador permitiu agilizar bastante o material que produzíamos em casa, e com o tempo, migramos toda a estimulação de leitura, matemática e inteligência para dentro do equipamento. Para melhor estimular nosso filho, que era fixado em desenhos animados, usávamos vozes de personagens para contar números e ler palavras, sempre com muita criatividade, inclusive com a participação da Amanda.


O cunhado Rafael Felix e a irmã Amanda (em pé). Lucas e
os pais Eliane e Raimundo Quaresma (sentados)


Nosso filho demorou muito para aprender a fazer coisas básicas, como higiene pessoal, aceitar o toque, aprender a nadar, se comunicar, correr. Muita superação ocorreu e continua acontecendo a cada dia. Nesse processo, houve muito interesse da família e de amigos em nos apoiar e ajudar, o que acontece até hoje, e que é muito importante para nós.

Lucas começou a ser atendido pela CliniCASSI em maio de 2015, mesma época em que foi cadastrado na Estratégia Saúde da Família na Equipe Pupunha.

A equipe multidisciplinar da ESF faz o acompanhando do desenvolvimento físico e mental do meu filho. Ele ainda conta com as ações da equipe de enfermagem, psicóloga e assistente social, que desenvolvem um trabalho ampliado sobre as necessidades dele. Há também contato da equipe da CliniCASSI com os profissionais da rede credenciada que prestam apoio nas demais terapias.

Nós aderimos ao tratamento proposto pela CASSI, há três anos, por entendermos que a família é ponto de apoio decisivo para o suporte prestado pelos profissionais de saúde. Isso fez com que a equipe pudesse conhecê-lo melhor, de forma a criar vínculo para desenvolver os cuidados adequados.

Os ganhos de Lucas com a intervenção da assistência da CliniCASSI foram obtidos, principalmente, no auxílio ao seu desenvolvimento cognitivo-comportamental.

Já se passaram 23 anos desde o diagnóstico de autismo, e tem sido um grande aprendizado diário para todos nós que convivemos com Lucas. Quanto aos estudos, ele sempre foi dedicado e não gosta de fracassar. Passou no vestibular no curso de Design de Produtos. Fiquei infinitamente feliz por ele.


Lucas colando grau em Design de Produtos


Hoje, com 25 anos, ele está atuando em uma empresa de arquitetura onde cumpre algumas horas com trabalho, aprendizado e socialização, e continua sendo estimulado em seu tratamento contínuo. Segue com psicoterapias, terapias ocupacionais e fonoaudiologia. Sempre vai ao cinema, desenha à mão, mas adora o computador e busca manter inúmeras amizades nas redes sociais.

Lucas mantém um site onde publica suas histórias em quadrinhos da coleção “Medo de quê?”. As publicações mostram de forma lúdica como encarar vários medos e é voltada ao público infantil. Ele também tem um site com outras histórias com temas variados e de sua imaginação ou vivência, como: “Tire a Amanda do computador”, entre outras. Para conhecê-las, é só acessa o site www.hqsdolucas.com.

Fico muito feliz em compartilhar a trajetória de Lucas e levar esperança aos pais de outras crianças com o mesmo diagnóstico. Penso que buscar a felicidade é fundamental. É importante não permitir que a tristeza entre em nossas casas.


Texto enviado por Eliane Quaresma, 55 anos, arquiteta e aposentada do BB, mãe de Amanda e Lucas, seus filhos queridos, hoje com 26 e 25 anos, respectivamente.




Atenção em saúde que atravessa gerações

Cássio sempre ouviu em casa que a CASSI era um grande benefício ao funcionário do Banco do Brasil. Com o tempo, pode comprovar de perto a importância da Caixa de Assistência para a sua vida

Eu sempre fui CASSI, desde quando nasci, em 1979, já que meu pai foi funcionário do Banco do Brasil do meu nascimento até 1995.

Em 2000, entrei para o BB aqui em Rio Branco (AC) e passei a ser associado. A CASSI foi um dos principais motivadores para eu tomar posse. Minha mãe sempre dizia: "Menino lá você tem a CASSI". A percepção que toda a minha família tem da CASSI é de que ela sempre estará disponível quando for necessário.



Quando criança, ainda na condição de dependente, a Caixa de Assistência foi quem me ajudou a corrigir um sério problema de visão. Nasci com estrabismo, o que poderia afetar meu desenvolvimento. Passei por cinco anos em tratamento e fiz duas cirurgias para correção. Hoje não há sequelas. Tenho certeza que se não tivesse essa oportunidade meu desenvolvimento seria prejudicado.

Após passar a ser funcionário do BB, eu aparecia na CliniCASSI apenas para fazer o Exame Periódico de Saúde. Em 2016, fui fazer checkup e descobri que estava com um tumor no pâncreas. A doença era a explicação para várias dores que sentia. Até então eu nem sabia para que servia esse órgão tão pouco falado.



Da descoberta até a cirurgia foram aproximadamente dois meses de angustia e tensão. As notícias que via na mídia não eram nada animadoras. Porém, tive um médico que me ajudou bastante e dizia: "quando você sair dessa, diga para todo mundo que você ganhou um prêmio de loteria".

Fui encaminhado para cirurgia em Brasília e o tumor foi totalmente retirado. Hoje faço acompanhamento preventivo e estou curado.

Agora, pensando melhor, vejo que meu prêmio foi de loteria e acumulada, porque depois da cirurgia tenho uma vida sem nenhuma restrição e com uma alegria no peito por ser funcionário do BB e associado da CASSI.



Tenho a certeza que a prevenção é o melhor remédio. Encontrei na Estratégia Saúde da Família a oportunidade é para fazer o acompanhamento e identificação preventiva de doenças.

Minha vida passa pela história da CASSI, não posso imaginar ficar sem.



Texto enviado por Cássio André Bayma do Nascimento, gerente geral da Agência Av. Brasil em Rio Branco (AC). Casado com Raissa Rocha, tem uma filha de 10 anos, Alice. Cássio e família são acompanhados pela Estratégia Saúde da Família na CliniCASSI Rio Branco.




Sempre é tempo para cuidar da saúde

O aposentando Leonardo e sua esposa Marli se cadastraram recentemente na Estratégia Saúde da Família em busca de um acompanhamento integral e personalizado

Decidi realizar o cadastro na Estratégia Saúde da Família, em abril passado, juntamente com minha esposa, para que um mesmo médico pudesse nos conhecer, acompanhar, ouvir e oferecer o encaminhamento adequado quando necessitarmos. Mas a relação com a CASSI não é recente, começou em setembro de 1969, em Bandeirantes (PR), minha cidade natal, época em que fui admitido no Banco do Brasil.

Naquele momento, tive pouco ou nenhum contato com serviços de saúde, considerando o vigor dos meus vinte anos. Posteriormente, em 1972, fui aprovado em um concurso interno para escriturário do BB, no mesmo ano me casei com Marli, natural da mesma cidade.



Nessa época, eu com 23 e ela com 21 anos, queríamos constituir família, que não tardou a surgir. Em 1974, nasceu nossa primogênita Patrícia, em 1976 fomos abençoados com nosso filho Marcelo e finalmente, em 1978, a nossa filha caçula Amanda veio ao mundo. Todos nascidos em Bandeirantes e acompanhados desde o parto pela CASSI.

Um pouco mais tarde, com a chegada da meia idade, contei com o apoio e cuidado da CASSI para manutenção de peso, controle da diabetes e da hipertensão.

Por ocasião da emancipação dos filhos e o nascimento dos netos, a Caixa de Assistência continuou presente por meio do Plano CASSI Família, assistindo a todos, com exceção do Marcelo e de sua família que moram no exterior.

Em 2008, passamos por um momento delicado, Amanda, a filha caçula e atualmente com 30 anos, detectou um caroço na virilha. Após extração e análise do tecido revelou se tratar de um linfoma. Após o tratamento, Amanda faz acompanhamento médico e, graças a Deus, não houve ressurgimento da doença.



Durante todo esse tempo, moramos em Barra do Garças (MT), Campinas, Cafelândia, Ilha Solteira, Conchal, onde me aposentei, e Americana (SP), cidade em que resido até hoje.

Agora, com 69 anos, eu e minha esposa fizemos o cadastro na Estratégia Saúde da Família da CliniCASSI Campinas para recebermos um acompanhamento integral e personalizado. Algo que recomendo, pois somos acompanhados, podemos falar e ser ouvidos pelo médico, e recebemos as orientações adequadas.



Nesse quase meio século, a CASSI esteve e está intrinsecamente vinculada à minha vida e a de minha família. Tanto é verdade que comemorarei bodas de ouro com a CASSI no ano que vem, antes de meus 50 anos de casamento, em 2022.

Finalmente, vivencio com apreensão uma fase delicada, em virtude das finanças da Instituição, e torço para que o momento sensível seja solucionado para esta tão presente parceira: a CASSI.

Texto enviado por Leonardo Alves Moreria, aposentado.




A superação de Davi

Por Rina Barbosa

Meu nome é Rina Barbosa Banza de Arruda, tenho 34 anos, moro em Brasília (DF), sou assessora na Diretoria Segurança Institucional do Banco do Brasil. Em 29 de agosto de 2015, nasceu meu filho Davi. Durante a gestação, fiz todos os exames e nenhuma anormalidade foi detectada. Mas, Davi nasceu com uma cardiopatia grave chamada atresia pulmonar. Foi um grande choque para mim quando soube, pois a gravidez foi tranquila e eu não esperava que ele tivesse um problema grave.

Davi foi para a UTI, entubado às pressas, 20 horas após ter nascido, ao apresentar os sintomas da doença: a cianose - coloração arroxeada da pele. Logo em seguida, uma médica disse que se tratava de um problema grave, que meu filho passaria por várias cirurgias e não haveria garantia de sobrevivência. Meu mundo caiu.

Depois que me acalmei, liguei na CASSI para saber como seria o tratamento. Recebi todas as orientações, com muita calma e profissionalismo pela a equipe da CASSI. Então, meu desespero diminuiu. Eu tinha muito medo de não ter acesso a todo o suporte que meu filho precisaria. Foram longos oito meses de internação na UTI, de 30 agosto de 2015 a 28 de abril de 2016.

Nesse período, foram realizadas várias pequenas cirurgias (acessos centrais, traqueostomia aos três meses de vida, colocação de drenos, procedimentos de limpeza nas feridas) e três grandes cirurgias no coração: a primeira com oito dias de vida, a segunda com vinte e oito dias e terceira aos sete meses.



Nunca, em nenhum momento foi negado qualquer procedimento ao meu filho. Nem sequer explicações ou pedidos para resolver questões burocráticas foram solicitadas. A CASSI cuidou de tudo. Isso sim é suporte, é respeito, é tratar as pessoas como seres humanos.

Depois dos oito meses de internação, Davi ficou bem, graças a Deus, e fomos para casa com o atendimento homecare, pois meu filho precisou colocar traqueostomia e ainda necessitava de muitos cuidados. Mais uma vez a CASSI entrou com sua participação: ofereceu uma empresa muito boa para prestar o serviço, que deu todo o suporte, com equipamentos e assistência.

Após isso, Davi teve mais internações para procedimentos cirúrgicos no coração: a quarta cirurgia cardíaca, no dia 13 de fevereiro de 2017; um cateterismo diagnóstico, em fevereiro de 2018 e, no último dia 7 de março, uma angioplastia percutânea com troca de cânula de traqueostomia.

Hoje, com dois anos e sete meses, Davi está em casa, bem e muito sapeca. Tem todo o suporte necessário: oxigênio, material, assistência de técnica de enfermagem 24 horas, com enfermeira e médica em casa. Graças a essa estrutura, o Davi tem uma ótima qualidade de vida. Devo o bem-estar do meu filho primeiro à Deus, depois à CASSI, que deu tudo o que ele precisava, ao apoio da família e amigos, e aos profissionais de saúde que cuidam dele.

Muito obrigada, CASSI, por ter salvo a vida do grande amor da minha vida: o meu príncipe Davi.



Texto enviado por Rina Barbosa, mãe do Davi.