Depoimentos

Maria Magdalena Thiele Cadorin, 62 anos, Blumenau (SC).

“Iniciei minha carreira no Banco do Brasil em 1983 e me aposentei em 2015. Sempre cuidei da minha saúde, mantendo os exames anuais em dia. Em 2017, descobri a existência de um tumor maligno na mama direita. A notícia foi uma surpresa, pois nunca havia sentido ou observado qualquer alteração na mama.
A CASSI atendeu prontamente às necessidades que a situação exigia junto com o corpo médico. Fui muito bem atendida, com carinho e dedicação. Posso afirmar que todo o processo foi rápido e fácil, desde a identificação do tumor até o final do tratamento. Agora estou recuperada e muito feliz. Não foi uma experiência triste e tampouco me revoltei, pois pedi a Deus força e coragem! Minha intuição me disse que a travessia seria rápida. E, assim, foi!”






Nilza Nunes Figueiró, 60 anos, Aquidauana (MS).

“Em setembro de 2017 a médica de família da minha equipe solicitou exames de rotina e de rastreamento de câncer (mamografia e ultrassom de mamas). No laudo foram detectados dois pequenos nódulos na mama direita. Logo iniciei o tratamento com oncologista/mastologista credenciado da CASSI. Fui submetida à cirurgia que retirou um quadrante da minha mama. Em seguida, iniciei as sessões de quimioterapia e radioterapia.
Para mim, a Estratégia Saúde da Família foi determinante nesse processo, pois foi graças ao acompanhamento feito por esses profissionais da CASSI que posso dizer que hoje estou curada.”





Deogelina Pereira Leão, 65 anos, Goiânia (GO).

“Em fevereiro de 2011, por meio de exames preventivos, foi detectado um câncer na minha mama direita. Dei início ao tratamento e aos procedimentos (cirurgias e sessões de radioterapia). Como meu caso foi descoberto no início, não havia necessidade de quimioterapia. Na época, o especialista me deu a opção de um medicamento quimioterápico oral a ser tomado durante 10 anos. Hoje falta apenas 1 ano e 3 meses para terminar meu tratamento.
O que mais me deixou segura durante esse período foi saber que eu tinha a CASSI. Mesmo tendo outro plano de saúde, as condições oferecidas pela Caixa de Assistência foram incomparáveis, até mesmo porque sou acompanhada pelos profissionais da Estratégia de Saúde da Família.
Minha família também teve um papel muito importante: nunca me deixou sozinha. E, mesmo quando a dor bateu, não teve espaço para superar a minha vontade de viver.”





Denise Lemes Cordeiro Sousa, 36 anos, Samambaia (DF).

“Foi em um autoexame que percebi um caroço pequeno que parecia um osso. Naquele mesmo dia procurei a minha médica da família que, após a consulta, pediu exames. Inicialmente, o resultado não apresentou sinais de malignidade.
Três meses depois decidir voltar ao mastologista, pois esse mesmo nódulo estava crescendo. Nesse momento fui diagnosticada com câncer de mama. Realizei oito sessões de quimioterapia. Depois, fiz a mastectomia com prótese. As sessões de radioterapia começaram 40 dias após a cirurgia. Meu tratamento teve duração de oito meses.
A minha médica da família foi essencial na descoberta da doença. Passou todas as orientações, me direcionou para os exames necessários e deu atenção para minhas dúvidas e medos.”





Sonia Regina Parobé Kats de Barros, 59 anos, Tijuca (RJ).

“Aos 31 anos fui diagnosticada pela primeira vez com câncer na mama esquerda. Fui operada e não precisei ser submetida à quimioterapia, fiz somente radioterapia por 28 dias. Durante os 26 anos seguintes realizava todos os exames necessários para o controle.
Em outubro de 2016, realizei mamografia como de costume, mas o laudo apontou um nódulo. Fui ao mastologista e ele não identificou qualquer malignidade, porém solicitou que eu fizesse uma nova mamografia em seis meses. Ao repetir o exame, verificou um tumor nível 4. Fui operada e não houve necessidade de quimioterapia, mas faço tratamento de hormonoterapia e devo seguir por pelo menos cinco anos.
A CASSI sempre foi essencial à minha saúde. Três anos após tomar posse no BB fui submetida à primeira cirurgia de câncer de mama. Ter um plano de saúde de excelência fez toda diferença.”






Marilú Lucena Branco, 48 anos, Guará (DF).

“Em agosto de 2018 fiz uma mamografia de rotina e foram detectadas microcalcificações na parte inferior da mama esquerda. A biópsia apontou câncer de mama. Dias depois, sofri um acidente de moto que me impossibilitou de operar naquele momento. Passado o tempo de recuperação, marcamos a cirurgia. O médico decidiu pela retirada apenas do quadrante que tinha o tumor. Em seguida, iniciei o tratamento quimioterápico e depois as radioterapias.
Não posso deixar de falar que Deus tem me sustentado todo esse tempo, me ajudando a não ter nenhum efeito colateral. Não passei mal em nenhuma sessão ao longo do tratamento e também não precisei usar nenhum outro medicamento além do creme usual. Agradeço à CASSI, porque me disponibilizou ótimos profissionais e sempre me recebeu de forma acolhedora.”